Florença Essencial: Uffizi & Museu da Grande Catedral

Florença Essencial: Uffizi & Museu da Grande Catedral
De 12.99

Organização Técnica Weekend a Firenze Srl
Provided by Weekend a Firenze Srl

Panorâmica

As belezas artísticas e históricas de Florença reunem pela primeira vez, em um único pacote combo, a visita das principais belezas que representam o berço do Renacimento:

> a Galeria Uffizi, com obras de arte de Michelangelo, Leonardo da Vinci, Botticelli, Giotto, Filippo Lippi, Raffaello, Rubens, Van Dyck, Rembrandt, Caravaggio e Tintoretto.

> o Complexo Museal de Santa Maria del Fiore, que atravéz do Bilhete Único do Grande Museu da Catedral permite a entrada aos seguintes sitos:

  • Galeria da Opera de Santa Maria del Fiore
  • Cúpula do Duomo de Florença
  • Torre com Sino do Duomo de Florença, obra de arte de Giotto
  • Batistério de San Giovanni
  • Sítio arqueológico de Santa Reparata

Escolha seu horário preferido para a visita da Galeria Uffizi! Confirmaremos o horário disponível mais perto do desejado na mesma data e receberá também o Bilhete Único do Grande Museu da Catedral, que poderá ser utilizado até a meia noite do sexto dia a partir da data selecionada para a Galeria Uffizi, e válido por 24 horas a partir da passagem pelo primeiro monumento do Complexo.

ATENÇÃO: se o horário reservado não estiver disponível, o museu confirmará automaticamente o horário mais próximo na mesma data. Os ingressos serão confirmados segundo disponibilidade do museu. 

As reservas devem ser feitas pelo menos 1 dia útil antes da data solicitada.

** ATENÇÃO: bilhetes gratuitos e reduzidos não estão disponíveis com esta fórmula **

>>> IMPORTANTE <<<

Você receberá:

  • um voucher para Galeria Uffizi, válido para todo seu grupo, deverá ser imprimido para retirar os bilhetes no caixa de reservas do museu, 15 minutos antes do horário confirmado.
  • um bilhete para o Grande Museu da Catedral, para cada membro do grupo, será necessário imprimir uma cópia, que contenha um código a barra legível para a passagem nas catracas dos vários sitos. Não recomendamos o uso de bilhetes em dispositivos eletrônicos, pela dificuldade de leitura do título do ingresso.

IMPORTANTE: após ter completado sua reserva com sucesso, irá receber um email de confirmação. Favor completar corretamente o formulário com enderço email e verificar que os filtros anti-spam e antivírus não estejam bloqueando o correio eletrônico do nosso endereço [email protected].

Política de cancelamento: não é previsto reembolso, a não ser que os monumentos estejam fechados no inteiro período de validade do ingresso.

** ATENÇÃO AOS GRUPOS: PARA UMA CORRETA EMISSÃO DOS BILHETES, O NÚMERO MÁXIMO  PARA CADA PEDIDO É DE 10 UNIDADES. PARA GUPOS SUPERIORES A 10 PESSOAS SERÁ NECESSÁRIO EFETUAR UM PEDIDO PARA CADA DEZENA OU FRAÇÃO.**

 

** A GALERIA UFFIZI **

Horário de abertura: de Terça-feira a Domingo das 08:15 às 18:50. Fechado na Segunda-feira.

Como chegar: A Galeria Uffizi encontra-se no Piazzale degli Uffizi. Aconselhamos a chegada na Estação de Santa Maria Novella (de carro ou de trem; para quem chega no Aeroporto Amerigo Vespucci, com shuttle Vola in Bus) e continuar com ônibus (linha 23) ou a pé (10 minutos de caminhada pelas ruas do centro histórico). 

> No museu é proibido:

  • tocar as obras de arte
  • apoiar-se sobre as bases das esculturas ou sobre as paredes
  • fumar
  • jogar no chão gomas de mascar
  • consumir comida ou bebidas
  • sentar-se no chão e nas barreiras de proteção
  • falar em alta voz
  • ter uma titude não coerente com a dignidade do lugar
  • levar mochilas e guarda-chuvas; em dias de chuva aconselhamos guarda-chuvas pequenos guardados na bolsa
  • usar telefone celular
  • usar extensor telescópico para tirar fotografias (selfie stick)
  • usar pontadores a laser

> Fotografias e filmes são permitidos sem flash, luzes e tripé, somente para uso pessoal sem finalidade de lucro.

> O utilizo do elevador posicionado na entrada do museo é reservado para pessoas com necessidades especiais - mesmo temporárias - com capacide máxima de 6 pessoas por vez.

Serviço de aluguel de fones de ouvido para visita da Galeria Uffizi:

É possivel reservar fones de ouvido online para visita a Galeria Uffizi após ter selecionado data, hora e número de ingressos.

Os fones de ouvido estão disponíveis em Italiano, Inglês, francês, alemão, espanhol, russo e japonês.

A duração do percurso guiado é de aproximadamente 1 hora e 25 minutos e inclui as salas até Caravaggio; a Páscoa de 2012 incluidads também outras salas, relativas aos pintores flamengos e holandeses. O serviço fornece uma seleção das obras mais importantes da Galeria; o visitante seleciona a sala desejada e será guiado sobre as relativas obras.

Junto ao voucher de visita do museu você receberá o voucher para o retiro do fone de ouvido. Favor apresentar com um documento original (passaporte, identidade ou carteira de motorista) no guichê reservado a este serviço ao lado do leitor eletronico automático de ingressos.

Em caso de extravio ou não devolução do fone de ouvido, o visitante será responsável pelo pagamento do custo do aparelho (€ 250,00 cada aparelho).

** O GRANDE MUSEU DA OPERA DA CATEDRAL **

Complexo Monumental de Santa Maria del Fiore - composto por:

  • Galeria da Opera de Santa Maria del Fiore
  • Cúpula do Duomo de Florença
  • Torre com Sino do Duomo de Florença, obra de arte de Giotto
  • Batistério de San Giovanni
  • Sítio arqueológico de Santa Reparata

A pré-venda permite uma entrada para cada monumento do Grande Museu da Catedral de Florença. Não serã possivel visitar duas vezes o mesmo monumento.

A pré-venda não permite a reserva de prioridade de entrada para qualquer monumento, mas o início de validade do bilhete.

O tempo indicado no formulário de reserva refere-se apenas ao primeiro horário de abertura. O bilhete deve ser utilizado até meia noite do sexto dia da data reservada e terá validade de 24 horas a partir da primeira entrada.

IMPORTANTE: REGRAS DE COMPORTAMENTO

O complexo monumental de Santa Maria del Fiore é um local de culto; os visitantes deverão respeitar algumas regras simples de comportamento. O ingresso comprado NÃO garante a entrada e permanencia em nenhum dos monumentos, se não forem respeitadas as regras de comportamento. Especial atenção para o uso de trajes adeguados.

  • Vestir trajes adeguados: não será possivel acesso com mini saias, camisetas sem mangas e shorts. Será necessário cobrir pernas e costas. Especial atenção a este ponto; o acesso à Catedral, o Batistério eo Cripta será negado sem uma vestimentas adequadas.
  • Fazer silêncio.
  • Desligar celulares e aparelhos eletronicos.
  • Não comer e beber.
  • Não é permitida a entrada de animais.
  • Não é permitido tocar obras de arte.
  • Não é permitido fumar.
  • Não é permitido usar flash ou tripé.
  • Não é permitida a entrada com malas grandes.
  • Guarda-roupa não apresentar.

Detalhes

** A GALERIA UFFIZI **

O Palácio

Encomendado por Cosimo I em meados de 1500, o Palácio Uffizi foi projetado por Giorgio Vasari. Para realização do projeto foram demolidas muitas casas existentes na região. A construção do Palácio chegou a envolver a Igreja de San Pier Scheraggio, reservada ao culto religioso atè 1743. O objetivo da estraordinária contrução era poder hospedar as treze Magistraturas ou Uffizi (escritórios), que até então haviam sedes separadas uma da outra. Daí o nome Palácio dos Uffizi (Palácio dos Escritórios). Com o falecimento de Giorgio Vasari, Buontalenti e Alfonso Parigi foram encaregados à continuação da construção da Galeria. E' obra de Buontalenti a edificação do Teatro Mediceo ao interno da Galeria.

Contruido por Francesco I em 1586, o Teatro foi, em seguida destinado a outros usos: foi sede do Senado nos tempos em que Florença era capital da Italia. Inclusive no edifìcio foram construidos laboratórios para a produções artezanais e artísticas. A construção isólita,como se fosse uma ferradura, se trata de dois corpos paralelos unidos por um corredor. Os dois andares apoiam sobre um alpendre sustentado por duas colunas e decorado por estátuas de personágens importantes que se destacaram por sua personalidade, desde o Idade Média até 1800.

Hoje o Palácio Uffizi è uma das Galerias de arte mais importantes do mundo, conheciada pelo seu nome em italiano como La Galleria degli Uffizi. Em 1993 o Palácio foi vitima de um atentado feito all' Accademia dei Gergofili, mas conseguiu em pouco tempo voltar ao explendor de sempre.

A Galeria

Foi Francesco I a realizar (1541- 1587) uma galeria de arte no segundo andar do Palácio Uffizi para deliciar-se ao passear entre obras de arte, como estátuas, tapetes e coleções de pinturas da casa da familia de´ Medici (familia nobre de Florença). Após reformas de modernização e adaptação, hoje a Galeria è uma das mais importantes do mundo, sede de coleções que contam com miliares de obras do passado rico de criatividade e fervida fantasia artística.

A Galeria reprenta o simbolo da vocação ao colecionismo e mecenatismo dos nobres da cidade, dos homens ilustres que a viveram. Parte das coleções é resultado de encomendas das corporações de arte e profições que deram vida ao comércio de bens culturais e artísticos que fizeram de Floreça uma das capitais mundiais da arte. Outras obra são resultados de doações diplomáticas, de antigos conventos e heraça de dinastias.

Foi a última esponente da familia de´ Medici, Anna Maria Luisa, a transformar a Galeria em ente público doando-o aos Lorena com a condição que ficasse sempre aberta ao publico. Hoje a Galeria è uma rica herança do passado, rica de criatividade, que faz de Florença um ponto de encontro e troca de experiências entre os mais importantes artistas estrangeiros. A entrada é posicionada do lado de levante da praça Uffizi. Da bilheteria pode-se ter acesso a Aula de San Pier Scheraggio, unico residuo da nave central da antiga Igreja destruida para ampliar Via Ninna. Hoje è um espaço rico de decorações de época romana e medieval, entre estes, restos de afrescos histórico-religiosos de Andrea Del Casatagno.

Voltando à bilheteria encontra-se a escada de acesso ao Scalone Vasariano, escada que conduz ao primeiro andar. Após atraversar o hall de entrada, encontram-se as salas de exposições e consultação do Gabinete de Desenhos e Estampas: uma rica coleção de desenhos, fonte de estudo para artistas como Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Pontormo, Vasari e outros. E' uma das coleções mais importantes e maiores do mundo além de muito antiga; foi iniciada por Lorenzo de' Medici e continuada por seus sucessores. Hoje em dia, infelizmente não pode-se visita-la a não ser por motivos de estudos. Em seguida além da Biblioteca, encotram-se espaços reservados para exposições temporaneas. Do hall de entrada encontram-se as escadas de acesso ao segundo andar, onde se situa a Galeria. Para sermos mais objetivos e organizados dividimos o percurso da Galeria em três partes correspondentes aos três corredores que a compõe.

Primeiro Corredor

No primeiro corredor da Galeria Uffizi encontram-se esculturas de época romana da coleção medicea: cálcos e cópias que decoram a antrada do museu. No primeiro corredor encontram-se as salas destinadas a exposição cronológica da arte de 1200, 1300, 1400 e 1500. Ao longo do perimetro, o corredor é decorado com uma coleção medicea de bustos e esculturas dispostos em intervalos regulares de uma estáua e dois bustos. Os arcos são decorados com afrescos com representaçoes grotescas de animais, montros fantasticos e satiros, gestos e atos heróicos da familia de' Medici.

Ao longo das paredes e embaixo dos arcos, ficam expostos retratos de personágens famosos e governantes do mundo inteiro. As primeiras salas a serem visitadas são chamadas de 1200 e 1300, onde podem-se admirar obras de arte sacra que evocam muita espiritualidade e fortes sentimentos religiosos. Estas obras consacraram artistas como Giotto, Cimabue e Duccio Di Buonisegna. Em Florença e Siena a arte é representada por obras de Bernardo Daddi, Andrea e Jacopo di Cione (salas 3-4). As salas 5-6 sao dedicadas ao Gótico internacional onde encontramos representações cromáticas e narrativas de Lorenzo Monaco e Angelo Gaddi: autores interpretes de 1400 florentino.

Novas tendencias artisticas se distinguem na época do renacimento, por exemplo, o coroamento da Virgem de Beato Angelico, a Bataglia de San Romano de Paolo Ucello, o retrato dos ducas de Urbino de Piero della Farncesca (sala7) são só alguns exemplos. Obras de artistas como Filippo Lippi e Antonio del Pollaiolo representam atos heróicos e scenas religiosas (sala 9). Uma das salas mais requisitadas é o espaço expositivo que abriga as obras de Botticelli: suas numerosas obras são o reflexo de seu amor pelas alegorias mitológicas e misticismo religioso. As obras mais famosas são: A Primavera, O nascimento de Venus, A Coroação da Virgem e a Madona do Romã.

O renacimento è celebrado pelas pinturas de grande efeito de Leonardo, Perugino, Signorelli e outros importantes artistas (sala15). O fórum, lugar de antigos esplendores dinásticos, hospeda a arte de 1500 florentino: retratos mediceos de Pontormo, tintas fortes e decididas de Rosso Fiorentino dominado pelas paredes de tom vervelho da sala. Uma serie de salas comunicantes hospeda obras de arte alemã desde 1400 a 1500 e pinturas lombardas e emilianas: scenas de fábulas com conteúdo dramático que evocam contos mitológicos e paesagens flamengas.

Segundo Corredor

O segundo corredor da Galeria Uffizi conduz a uma só sala, das Miniaturas; escolhida por Ferdinando I para guardar as jóias de família. Hoje em dia nesta sala encontram-se coleções de miniaturas provenientes da Italia e do Exterior que pertencia a família mais celebre de Florença de todos os tempos. O arco adiacente reproduz desenhos com motivos floreais e animado por pássaros. Os arcos que se encontram sucessivamente são decorados  à ¨grotesca" com imagens de animais, sátiros e imagens da família de´ Medici. Ao longo do corredor estão dispostas esculturas romanas de renhantes do mundo inteiro.

Ao longo do corredor  abrem-se grandes janelas de vidro cuja vista encantadora de Florença delicia os visitantes ao observar verdadeiros cartões postais ao vivo, seja da parte antiga e moderna da cidade.

Terceiro Corredor

O percurso a seguir na Galeria Uffizi começa pelas salas  de 25 a 27, onde encontram-se obras de arte de pintores florentinos de 1500. O quadro protagonista que chama a atenção é o Tondo Doni, unica realização em tela feita por Michelangelo: a imagem da sagrada família representada com cores vivas e formas plásticas  servirão de exemplo para outros artistas. No periodo de 1500 em Florença  as imagens mais utilizadas eram retratos de madonas como as de Raffaello e arte sacra de Andrea del Sarto.

Artistas como Pontormo e Rosso Fiorentino introduziram um maneirismo dramático: cores fortes, cenas irreais e trágicas que provocam fortes emoções. Tiziano é representado como o mais ilustre expoente da arte Veneta de 1500 (sala 28). Nos ambientes sucessivos encontram-se exemplos de pinturas italianas na Europa em 1500 (salas 29-34). Nas salas que seguem podemos admirar exemplos de arte da segunda metade de 1500:  o maneirismo nas representações mitológicas e sacras de Tintoretto, a fantasia cromática de Barocci e o forte irrealismo de El Greco. A pintura de Rubens  e de artistas de 1600 como Antonie van Dyck e Suttermans, retratistas de corte, dão a impressão de poder capturar os olhares e pensamentos escondidos por traz de cada personagem  dos retratos (sala 42).

Na sala seguinte, chamada de rainha de Niobe: encontra-se uma coleção de esculturas que evoca o forte sentimento de uma mãe que protege os filhos da ira de Apollo e Diana que lançam flexas mortais sobre eles. Em seguida (sala 42) encontram-se cópias romanas que provocam ao visitante um sentimento de amor ao notar a expressão dramática nos rostos representados. Recentemente foi reaberta  a sala de Caravaggio: o naturalismo, forma de expressão do artista, aparece em toda sua franqueza. Pinturas de Rembrandt, famoso artista holandez por seus retratos oficiais e paesagens realísticas que representam o periodo de 1600 europeo.

O último trecho a percorer é reservado à pintura de 1700: pontos de vista e opiniões da arte veneziana de Canaletto e cores tecidas de Rosalba Carriera evocam uma delicada armonia de um periodo pitórico (sala 44). Ao lado da última sala de exposições encontram-se o bar do museo e o terraço de onde pode-se admirar o centro da cidade de Florença, como por exemplo a Torre de Arnolfo di Cambio, situada sobre a construção do Palazzo Vecchio e mais adiante a Cupola de Brunelleschi.

**Galeria da Opera de Santa Maria del Fiore**

O Nuovo Grande Museo da Catedral

Em 29 de outubro de 2015 foi inugurado o novo Grande Museu da Catedral, completamente renovado, mais grande e rico de obras de arte, mais a vista, comparando com o museu anterior. Fundado em 1881, exatamente onde Michelangelo esculpiu o David, para acolher as obras feitas para Catedral ao longo dos séculos. A coleção foi importante e o espaço tornou-se insuficiênte. Por isto em 1997 a Opera da Catedral comprou um grande edifício adjacente ao museu, para ampliar em maneira significativa a área museal. Após importantes reformas estruturais, nasce o Novo Museu do Duomo: 6 mil metros quadrados de espaço expositivo (o dobro do precedente), 25 salas dispostas em três andares, algumas com grandes dimeções para hospedar obras em escala natural.

O renovado Grande Museu da Catedral expõe a maior coleção de esculturas florentinas da idade média e renascimental. Além de 750 obras, entre estátuas e relevos de mármore, bronze e prata, icluindo as obras de arte de grandes artistas da época como Michelangelo, Donatello, Pisano, Ghiberti, Arnolfo di Cambio e  muitos outros. O percurso é uma verdadeira imerção rica de novidades: além de 200 obras são visíveis pela primeira vez após o restauro, como a “la Maddalena” de Donatello, a porta do lado norte do Batistério de Lorenzo Ghiberti, ou os vintesete painéis cravados de ouro e a policromada seda sob os desenhos de Antonio del Pollaiolo

A escultura, encontra espaço importante, neste museu renovado em Florença, com dezenas de obras extraordinárias. Duas são as obras de arte italianas absolutas: “la Pietà” de Michelangelo e “la Maddalena ed i Profeti” de Donatello. Muito importantes também são as "Cantorie" de Luca della Robbia, a "Porta del Paradiso" e "Porta Nord del Battistero" de Lorenzo Ghiberti. Obras de arte que valorizam e permitem a autenticidade desta exposição.

Nenhum detalhe é deixado ao caso. No Grande Museu da Catedral será possivel observar um cuidado nunca visto antes nas exposições, para apresentar aos visitantes uma experiência única, nova e envolvente. As luzes e espaços se misturam em um percurso sugestivo, onde a tecnologia e modernidade guiam os visitantes a sentir o valor histórico e artístico das obras, tudo graças à atenção dedicada aos painéis, guias, videos e aplicações.

Os visitantes ficarão de boca aberta quando entrarão na espetacular "Sala dell’Antica facciata", onde foi realizado um giagantesco modelo em escala 1:1 "dell’antica facciata", antiga fachada, da Catedral de Florença realizada por Arnolfo di Cambio em 1296, nunca completada e em seguida destruida em 1587. Em frente a esta enorme reconstrução (baseada em um desenho original de 1500) foram dispostas 40 estátuas originalmete realizadas para fachada, por artistas como Donatello.

Não menos espetacular a "Galleria del Campanile di Giotto": com seus 36 metros de comprimento, propõe 16 estátuas com tamanho natural (incluindo algumas obras de arte de Donatello) e os 54 painéis que decoravam o campanário. Muito interessante o jogo visivo entre esta sala e a recostrução da antiga fachada da Catedral, graças a abertura que comunica visivamente os dois ambiêntes.

A belissima Galeria da Cúpola de Brunelleschi contém modelos em madeira do século XV (incluindo um, atribuido a Brunelleschi), além de vários materias e instrumentos utilizados para sua construção, e a mascara fúnebre do artista.

No segundo andar encontra-se uma outra galeria, nova e muito curiosa, onde a família Medici explica suas motivações para modernização da Catedral, com seus vários projetos e propostas. No final da Galeria, o visitante encontrará em sua frente uma vista de tirar o fôlego da Cúpola, como no terceiro andar, um terraço panorâmico, que domina o centro histórico de Florença. O modo ideal para imprimir na própria mente uma recordação inesquecível de Florença e do riquissimo percurso proposto.

A Cúpula de Brunelleschi

A construção da Cúpula com forma octogonal iniciou em 1418 e durou até 1434 segundo projeto de Filippo Brunelleschi, o desenho foi apresentado em um concurso em 1418 e aceito após vários contrastes em 1420. O espaço concedido a Santa Maria del Fiore foi consacrado no dia 25 de março de 1436.

Maravilha da arquitetura internacional, pelas suas dificuldades técnicas e suas dimensçoes, até hoje sua construção é um mistério. Durante o percurso, podemos apreciar os detalhes desta obra, fruto da genialidade de Filippo Brunelleschi, que mantem o record pelas dimenções de sua Cúpula. Para ter acesso à terraça (92 m.), é necessario passar por corredores decorados e pela escada caracol fazendo uma viagem no tempo e admirando obras de arte e pinturas afrescadas.

O diâmetro da cúpula é de 45,5 metros, o mesmo da parte interna do Batistério.  A inovação na construção, foi a de criar o arco sem armar formas, através do uso de uma cavidade de dupla abóbada (com espessor de 2 metros). A abertura em forma de cone foi realizada após a morte de Brunelleschi (1446) e a bola em cobre dourado com a cruz, obra de  Andrea del Verrocchio, foi colocada em 1466.

Os afrescos pintados nos muros da cúpula de Brunelleschi foram realizados entre 1572 e 1579 por Giorgio Vasari e Federico Zuccari e apresenta o mesmo tema do Batistério: o "Giudizio Universale". Os afrescos foram restaurados entre 1978 e 1994.

Torre com Sino de Giotto

A Torre com Sino de Giotto é uma das quatro componentes pricipais da "Piazza del Duomo". Alto 84,70 metros e com largura de aproximadamente 15 metros é a prova mais eloquente da arquitetura gótica florentina de 1300. Tem reforços angulares altos até o coroamento orizontal.

Revestido com mármore branco, vermelho e verde, como os que decoram a Catedral, a Torre com Sino tem a base quadrada, e é considerado o mais bonito da Itália, provavelmante criado como componente decorativo, mais que funcional. Foi iniciado por Giotto em 1334.

Com sua morte, em 1337, Giotto conseguiu ver realizada somente a primeira parte do projeto, até a altura das formas hexagonais, realizadas por Andrea Pisano sob desenhos de Giotto e as partes em relevo, antigamente pintadas de azul, de Andrea Pisano e Luca della Robbia.

Andrea Pisano, continuou os primeiros dois andares, respeitando o projeto de Giotto, decorou a Torre na parte externa com logangas, com a participação de Alberto Arnoldi. No ricco contexto de decoração, que vai das formas hexagonais às formas de losangas, podemos notar a expressão do "Ordinamento Universale" e da história de Redenção. As representações começam da Criação do homem, e seguem com suas atividades, os Planetas que regulam o curso da existência, as Virtudes o o fortificam, as Artes Liberais que dão instrução e os Sacramentos que os santificam.

Devemos dar atenção particular às estátuas, consideradas parte da construção e não somente elementos decorativos. No segundo andar, Andrea Pisano substituiu deseseis espaços para estátuas de Reis, Sibillas, Patriarcas e Profetas, realizadas também por Nanni di Banco e Donatello, entre as quais o belissimo grupo do "Sacrificio di Isacco" de Donatello, que representa uma das conquistas mais altas do naturalismo de 1400. Os origianais de todas as escuturas, por motivos de coservação, encontram-se no Museu dell'Opera. Na parte de cima, Andrea Pisano elaborou outros deseseis espaços pintados no mármore.

Durante dois anos, de 1348 a 1350, a construção da Torre foi interrompida, mas continuou até o término em 1359, após os terriveis anos da "peste nera". Francesco Talenti, criador genial das janelas das partes altas, destinadas a iluminar a estrutura com as características góticas, mantendo ao mesmo tempo características classicas. Uma grande terraça, situada a mais de 400 degraus do piso térreo, criando assim, um teto panorâmico, dando mérito a Talenti e reprovando o projeto de cobertura de Giotto.

Batistério de San Giovanni

Com planta octogonal, revestimento de mármore branco e verde, o Batistério é coberto por uma Cúpula de oito partes apoiadas nas paredes perimetrais. Esta estrutura, de construção estremamente complexa, não causou grandes problemas em sua realização, considerando a época e suas dificuldades.

Os florentinos da época medieval acreditavam que o Batistério fosse uma contrução antiga, do periodo romano da cidade de Florença, um templo pagão transformado em igreja. Realmente, grande parte do mármore utilizado para o revestimento do edifício, assim como vários fragmentos e incrições nas antigas colunas, provem da antiga Florença romana, talves de algum edifício pagão.

O Batistério atual é fruto da ampliação da velha construção do século IV-V. As escavações no último século revelaram restos de construção romanas na parte subterrânea do edifício e da Catedral. Em algumas partes podemos observar onde são conservados restos de uma casa romana com piso feito de mosaico e formas geométricas.

No começo de 1100 o Batistério de San Giovanni foi revestido por mármore verde e branco, substituindo a pedra arenária. Entre a metade do século XII, provavelmente foi colocado o teto com forma de pirâmide. O edifício representa claramente um exemplo de arquitetura românica.

Na segunda metade do século XI foi feito o revestimento interno em mármore, junto às colunas, evocando assim o Pantheon romano. O piso de mármore é rico de elegantes motivos decorativos, criando um efeito tapete, com desenhos do zodíaco. Na parte interna pode-se ver o sarcófago do Bispo Ranieri, o túmulo de Baldassarre Cossa, realizado por Donatello e Michelozzo em 1421-27.

Parte da decoração são também as colunas com àgua santa, o candelabro gótico dedicado a um seguidor de Arnofo e uma pia batismal do final de 1300 dedicado a um seguidor de Andrea Pisano. Lembramos que a maioria das obras de arte do Batistério, como a "Maddalena" de Donatello, encontram-se no Museu dell'Opera del Duomo.

No século XIII foi decorada a parte interna da cúpula com participação de Jacopo Torriti, e talvez de Cimabue e Coppo di Mancovaldo. Os mosaicos são caracterizados pela figura de Cristo juiz com scenas do Juizo Universal, que ocupam três dos oito pedaços da cúpula. Nos outros cinco pedaços estão representadas histórias de San Giovanni Battista, padroeiro de Florença, de Cristo, de Giuseppe e da Genesi. Na parte central da cúpula estão representadas hierarquias angélicas.

O Batistério foi decorado também com três portas de bronze. A mais antiga, da parte sul, originalmente colocada na parte leste e em seguida substituida coma a porta do "Paraiso" de Ghiberti, foi encomendada pelo escultor Andrea Pisano, que a realizou entre 1330 e 1336.

A porta da parte norte, foi a segunda a ser realizada. Concurso ganho por Lorenzo Ghiberti em 1401, deixando fora da competição Brunelleschi e Jacopo della Quercia. Como a porta sul, representa scenas do Novo Testamento. Os batentes decorados com histórias da vida de Cristo, são de Lorenzo Ghiberti.

Enfim temos a porta do lado leste, chamada por Michelangelo a porta do "Paraiso", totalmente em estilo renascimental feita por Ghiberti e seus ajudantes, entre estes Luca della Robbia. Esta porta comissionada a Ghiberti foi realizada com formato diferente das outras duas. As scenas que encontramos são as do Antigo Testamento, não mais ligadas ao estilo gótico, propondo assim novas prospetivas arquitetônicas. As esculturas na parte superior da porta, em 1502, são obra de Andrea Sansovino e Innocenzo Spinazzi. Importante notar ao lado da Porta do Paraiso, as duas colunas em pedra doadas pelos pisanos aos florentinos, como agradecimento da ajuda militar prestada em 1117 na defesa contra os luqueses, enquanto a flota pisana estava lutando contra os mussulmanos nas costas Baleares.

Sítio arqueológico da cripta de Santa Reparata

Entre 1965 e 1973 um grande trabalho de escavações feito na parte subterrânea da Catedral Santa Maria del Fiore, permitiu que fossem encontrados restos da antiga basílica de Santa Reparata, que testemunha a cristandade da cidade de Florença, tudo isto após as poucas notícias dadas sobre as escavações de Santa Felicita, pouco documentada. A basílica paleocristã, reformada várias vezes, servia também como local para reuniões do Parlamento da República antes da construção de Palazzo Vecchio.

Santa Reparata esta classificada entre os maiores complexos paleocristãos da Tuscia, muito importante notar sua posição em frente ao Batistério. Aberta e bem iluminada, parecida com S. Apollinare Nuovo em Ravenna, com seus arcos elegantes e colunas de mármore. A planta era de três naves, com colunas que delimitavam àquela central e um recinto que separava o coro e a área de culto da parte pública da igreja, com extenção no corredor central para distribuição da comunião. A origem de sua construção parece ser por causa de um voto, feito para agradecer a vitoria cristiana em aproximadamente 405, a Ragasio, rei dos Gotos.

Recontruida em época carolingia, por causa dos danos sofridos na guerra gótico-bizantina, Santa Reparata manteve as mesmas características precedentes com a inserimento de duas capelas laterais na área da abside, uma pequena cripta e um novo piso bastante parecido com o da igreja de Pomposa em Ferrara.

Em torno dos anos 1050-1106, foi edificado um coro elevado e uma nova cripta, onde o corpo de San Zanobi, transferido na velha Catedral de San Lorenzo no século IX, será guardado até os anos quarenta de 1400, em seguida será tranferido à nova Catedral.

Sucessivamente foram feitas outras obras de manutenção que permitiram com que Santa Reparata se mantivesse até 1379, ano em que foi demolida definitivamente para criar espaço para construção da nova Catedral. Uma imagem de Santa Reparata desta época é visível no afresco feito no "Museo del Bigallo della Madonna della Misericordia".

Podemos afirmar, sem nenhuma dúvida, que na parte subterrânea da Catedral existem restos de quatro igrejas: uma origianal e as outras reformadas. Na parte interna da Catedral, entre o primeiro e o segundo pilar do lado direito da nave central há uma escada que da acesso à antiga Catedral subterrânea. A vasta área, aberta ao público em 1974, contém muitos restos de muros e pisos de casas da "Florentia" romana. No piso podemos ler os nomes dos 14 doadores de origem latina que financiaram a construção.

O piso é admirável, formado por um belissimo mosaico policromo com decorações geométricas, entre as quais o motivo da cruz. De se notar com particular atenção o pavão, símbolo de imortalidade, um dos poucos elementos figurativos que restaram.

Um afresco florentino da metade do século XIV que decorava a parede semicircular da abside do lado direito, obra de um pintor da época de Giotto da metade de 1300,  faz pensar que Santa Reparata, mesmo condenada à morte já esta inserida na nova Catedral.

Há numerosos túmolos, entre estas o belissimo de Lando di Giano, responsável pela capela de Santa Reparata, falecido em 1353, a de Niccoló Squarcialupi de 1313, a de Giovanni Di Alamanno de'Medici, falecido eml 1352 e talvez os túmulos de dois Papas: Stefano IX e forse Niccolò II, Bispo de Florença em 1058. Com as escavações foi reencontrado o túmulo de Filippo Brunelleschi, ao contrario nunca foram encontrados os túmulos de Giotto, Arnolfo di Cambio, Andrea Pisano, que segundo à tradição foram sepultados aqui.

 

Preços

Somente bilhetes a preço inteiro

** ATENÇÃO: bilhetes gratuitos e reduzidos não estão disponíveis com esta fórmula **

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