Jardim de Boboli e Museu da Prata

Jardim de Boboli e Museu da Prata
De 6.67

Organização Técnica Web95
Provided by Weekend a Firenze Srl

Panorâmica

A entrada no Palácio Pitti é permitida em turnos de 15 minutos!
As reservas devem ser feitas pelo menos 1 dia útil antes da data solicitada.
São aceitas no máximo 30 pessoas por grupo.

Economize tempo para fazer reservas! Adicione ao seu carrinho todos os ingressos que quiser, em seguida preencha o formulário e envie seu pedido. Antes de concluir seu pedido, por gentileza leia as informações sobre sua reserva.

IMPORTANTE: após ter completado sua reserva com sucesso, irá receber dois e-mails: o primeiro (imediatamente após a reserva) será a copia de seu pedido e o segundo (um dia útil após a reserva ou na Segunda-feira se o pedido for feito na Sexta-feira ou final de semana) com o Voucher que deverá ser imprimido e apresentado ao museu 15 minutos antes do horário confirmado. Favor completar corretamente o formulário com enderço e-mail e verificar que os filtros anti-spam e antivírus não estejam bloqueando o correio eletrônico do nosso endereço [email protected]. Especial atenção aos usuários de AOL e Sbcglobal.net.

ATENÇÃO: se o horáio pedido não estiver disponível, o museo confirmará automaticamente o horário mais próximo do desejado na mesma data.
Horário de abertura: 8.15-16.30 (de novembro a frevereiro); 8.15-17.30 (março); 8.15-18.30 (abril, maio, setembro e outubro); 8.15-17.30 (em outubro até a mudança de horário de verão); 8.15-19.30 (de junho a agosto); Fechado a primeira e ultima segunda-feira do mês.

Aberturas especiais que podem ser reservadas:
Segunda-feira, 25 de abril de 2016

Política de cancelamento:
Para cancelamentos após ter recebido voucher con relativo código de confirmação e para no show, podemos reembolsar o custo do ingresso não utilizado menos o custo do serviço (pré venda e reserva on line).

Detalhes

O Museu do Tesouro do Grande Duque ou da Prata, è situado na parte esquerda do Palácio Pitti, residência de verão da família medicea. Foi instituido no século XIX. Os 25 sugestivos ambiêntes capturam a atenção dos visitantes a uma atenta observação das preciosas coleções. Grande parte dos objetos provem do famoso Tesouro de Salisburgo levado a Florença por Ferdinando III de Lorena, os vasos de pedra proveem de coleções de Pietro e Lorenzo de´Medici. O percurso começa pela Sala de Luca Pitti, que ospeda 8 bustos mediceos e a árvore genealógica da família de´Medici. A Sala seguinte foi pintada por Giovanni da San Giovanni. Na terceira Sala de Lorenzo ou Sala Escura encontram-se objetos que foram de Lorenzo de´Medici.

Através  da Capelinha tem-se acesso as três grandes Salas de Representancia, as unicas com muros afrescados, utilizadas para acolher as visitas para os Grandes Duques. Continuamos com a Sala do Marfim e a Sala do Marfim e Reliliquas da capela do Palácio Pitti.

Uma escada secreta leva ao primeiro andar, coração do tesouro do Museu: as Salas dos Camafeus e das Jóias que pertenceram a Anna Maria Luisa de´Medici. As duas Salas sucessivas contém o tesouro de Salisburgo.  A proxima sala é a Sala Oriental e Sala das Porcelanas chinêsas e japonêsas, seguem as Salas das Doações, Sala dos Moldes em Gesso de grandes pratos de prata.
Voltando ao térreo podemos observar a preciosa coleção de âmbar e, enfim, a Sala das Pedras Duras.

O Museu das Porcelanas foi instituido em 1973 nas salas do ¨Casino del Cavaliere¨, construção adiacente ao Palácio Pitti. O edifício foi construido a pedido de Leopoldo de´Medici com objetivo de criar uma sala aonde receber artistas ou a corte medicea. A família Lorena transformou o ambiente em um salão de festas. Nestes locais foram recolhidas parte das coleções de cerâmicas mediceas, lorenesas e borbonicas.

O percurso do museu divide-se em três partes e foi organizado em forma cronológica e dividido por temas. Para começar temos  a coleção de porcelanas italianas e francesas do inicio do século XVIII, até chegar as coleções do final do século XIX. A primeira sala, antigamente reservada às danças de corte, contém colecões de Porcelanas italianas e francesas.

Uma das partes fundamentais da coleção é constituida por exemplares da ¨Real Fabbrica di Capodimonte¨, estabelecimento napoletano especializado na produção manual de objetos de época classica. Desta provem pequenas estatuas em biscuit que representam divindades e personagens ilustres, coleções de taças que com faces humanas inspiradas a esculturas de época romana, etrusca, egípcia e retratos de membros de famílias reais.

Muito prestigiosa históricamente e artisticamente ¨La scuola degli Orsi¨, esculturas em biscuit que recordam alegria e brincadeiras da corte. Podemos observar também coleções de taças e tacinhas de formas incertas e complexas. Na mesma sala exemplares realizados por ¨Manifattura di Doccia¨, conhecida em seguida como Ginori. As coleções de inspiração japonêsa e chinêsa, motivos floreais, decorações brancas e azuis e os relevos contradistinguem a produção toscana que trabalhou a serviço dos Lorena por muito tempo.

Entre os exemplos de trabalhos franceses temos a ¨fabbrica di Vincennes¨, em seguida chamada de Sèvres, respeitando o nome da cidade de onde provem, são produções caracterizádas por decorações floreais em várias tonalidades de azul e de rosa que retraem cenas de repouso nos campos das famílias reais. Muito interessante é a ¨Alzata¨ para ostras constituida por uma base de onde sai um conjunto de conchas brancas e azuis. Na segunda sala temos as ¨Porcellane Viennesi¨, onde conservam-se pequenas estátuas em biscuit em estilo neoclássico que representam mulheres nobres e cenas da vida de corte e preciosas coleções decoradas. Entre estas coleções encontramos porcelanas com imagens da cidade de Viena, vasos e bandejas com motivos floreais. A última sala contém as ¨Porcellane di Meissen¨ e produtos de outras proveniências e tipo de fabricação. A fabrica de Meissen provou pela primeira vez a pasta dura com a qual realizou os famosos Vasos inspirados à arte decorativa chinêsa.

 

 

No coração do Palácio Pitti, a moda é o centro da história e forma de arte: é a vóz narrante de festas e da vida de cada dia que são protagonistas do presente e do passado.

Situado em um pequeno edifício da Meridiana do Palácio Pitti, a galeria do vestuário consiste em 13 salas onde encontramos expostos aproximadamente 600 roupas e acessórios, com rotação bienal dos manequins que são desenhados para mostrar os personágens, estilos e dimenções das várias épocas. A decisão de mudar as roupas a cada dois anos foi tomada para preservá-los.

Desta maneira as roupas não estragarão com a luz do sol e da longa exposição. Esta constante mudança faz com que a galeria esteja sempre se renovando com novas idéias e eventos, e permite a exposição de muitas roupas.

Este único museu foi fundado em 1983 por K. Aschengreen Piacenti e cobre o período entre XVIII século e o presente. Recentemente as vestes fúnebres de Cosimo I de´ Medici, de Eleonora de Toledo e seu filho Don Garcia enriqueceram a exposição com roupas do século XIV.

A exposição começa com uma seleção de vestes para mulheres do século XVIII ao XIX. A elegância das linhas misturadas com a riqueza das salas lembra os antigos camafeus: preciósos e aristocráticos, sinuosos e elegantes, as mulheres eram as estrelas da época. O scenário muda passando da sala dedicada à moda feminina entre as duas guerras. o Fascismo exigia que a mulher fosse esposa e mãe, vestida com roupas com linhas sóbrias e sérias. Não havia nenhum espaço para frivolidade: as mulheres tinham que interpretar seu papel nas sóbrias e práticas roupas do período em que se encontravam. Uma parte da galeria hospeda a maravilhosa coleção de Flora Wiechmann Savioli, onde podemos admirar jóias criadas pela artista desde 1958 a 1968: colares, pingentes, jóias feitas em aço, prata e outros metáis pobres trabalhados artezanalmente com uma geometria simples e moderna.

No final encontramos a coleção Ferrè, recentemente doada pelo estiliasta à galeria, para a reabertura após longos restauros. Uma rica coleção de modelos criados e exibidos em um manequim origianal da sala ball: estampas e cor evidenciam o gosto pela arte da decoração que caracteriza o trabalho deste famoso estilista.

O primeiro núcleo do jardim  foi comprado da familia Pitti em 1550 por Eleonora de Toledo, esposa de Cosimo I de' Medici. O projeto de reforma foi feito por  Niccolò Pericoli, chamado¨ il Tribolo¨; após sua morte em 1555, a direção da obra ficou sob respoinsabilidade de  Davide Fortini e sucessivamente, entre 1554 e 1561, foi dirigida por Giorgio Vasari. Ammannati também prestou sua colaboração de 1560 a 1583 e projetou um pátio que até hoje leva seu nome.

O grande espaço onde se encontra o  Anfiteatro, com forma semieliptica, com o qual foram armonizadas as duas asas do pátio  projetado por Ammannati, foi criado com a matéria prima obtida na grande cava de pedra aos pés da colina de Belvedere. Esta concepção arquitetônica fez com que Palazzo Pitti e Giardino di Boboli se harmonizassem e se trasformassem em um só corpo.

Após 1574 Francesco I encarregou para continuação da reforma o arquiteto Bernardo Buontalenti, o qual realizou a ¨Grotta Grande¨(Gruta Grande). A ¨Grotta¨ é a trasformação de uma estufa, construida entre 1556 e 1560 e projetada por Giorgio Vasari. Nas laterais da entrada, encontram-se as estátuas de Bacco e Cerere di Baccio Bandinelli (1552-1556).Nos cantos encontram-se, antes da substituição por peças de cemento feitas em 1924, os ¨Prigioni¨de Michelangelo. Nos primeiros anos de 1600, nos tempos do granducado de Cosimo I (1609-1621), além do muro erguido durante a guerra contra Siena, o jardim foi ampliado sob supervisão de Gherardo Mechini e Giulio Parigi.

A composição do jardim teve como pricipal elemento central a ampla passagem com cipreste, que conduz a grande bacia da ilha, realizada entre 1612 e 1620. A Giulio Parigi devemos também a reservatório de água que encontra-se na ilha, um dos lugares mais sugestivos do jardim, originamente destinado a plantação de frutas citricas e flores. Ao centro do reservatório provavelmente encontrava-se uma fonte de ¨Venere¨, substituida em 1636 pelo granduque  Ferdinado II com o ¨Oceano¨ de Giambologna. É de 1636 a estatua da ¨Abbondanza¨ (¨Abundância¨) na sua posição atual, começada por Giambologna e finalizada por Pietro Tacca.

Em 1700 a dinastia medicea estinguiu-se e o Granducado passou aos Asburgo-Lorena. Após um primeiro periodo de abandono, sob responsabilidade de Leopoldo de Lorena (1765-1790) iniciaram-se trabalhos de restauro nas esculturas, nas arquiteturas, nas instalações hidricas e vegetação. O jardim foi completado também com a construção de novos edifícios, entre os quais ¨Kaffeehaus¨ (1775) e ¨Limonaia¨ (1777-1778), projetados por Zanobi del Rosso, e o Palacete da ¨Meridiana¨, iniciada em 1776 por Niccolò Gaspero Paoletti.

Uma nova fase de decadência veio durante o dominio napoleonico (1799-1814) e em seguida a tentativa da granduquesa Elisa Baciocchi de transformar o Jardim de Boboli em um jardim à inglêsa, mas nunca chegou ao fim de seu projeto. Com a reforma da família Lorena o jardim voltou a ter o aspecto desde sua origem. Em 1834, sob responsabilidade de Leopoldo II, os labirintos do jardim foram destruidos para a abertura de uma rua para passagem de carroças, tudo projetado por Pasquale Poccianti. Durante este século o jardim foi cenário de celebres espetáculos ao ar livre.

O Jardim Bardini é um extraordinário ponto para observar Florença: são 4 hectares de parque que encontram-se entre a margem esquerda do rio Arno, a colina de Montecuccoli e os muros medievais. Na sua origem, o jardim era um sistema de horto em muros direcionados ao Palácio Mozzi e sobre toda colina ao redor. Em torno de 1700 Giulio Mozzi, apaixonado por jardins, enriqueceu sua propriedade com um muro fonte com o fundo decorado com mosaico polimatérico. Na segunda metade de 1800 o jardim barroco foi ampliado com a aquisição do jardim anglo-cinês que encontrava-se ao lado da Villa Manadora, criado por Luigi Le Blanc no começo de 1800.

Na segunda metade de 1800 os principes Carolath Benten compraram a propriedade inteira e enriqueceram o jardim com detalhes victorianos. Em 1913 o antiquario Stefano Bardini comprou o complexo composto pelo Palazzo Mozzi, pelo jardim barroco, pelo jardim anglo-cinês com uma porçâo de terra a mais com características agricolas e pele Villa Manadora. Bardini construiu uma rua para subir com carro partindo do rio Arno até a residência, destruindo a parte do jardim com muros de origem medieval e reunificou os dois edifícios já existentes do lado San Giorgio.

Com a morte do filho Ugo em 1965 deu-se inicio a um longo processo de herança concluido em 1996 graças ao ministro que atuava no momento, Paolucci. Em 2000 o Ente Cassa di Risparmio di Firenze, atravéz da Fondazione Parchi Monumentali Bardini e Peyron, deu inicio a reforma que durou quase cinco anos, para devolver ao jardim sua identidade, riqueza compositiva e vegetal. No parque agricolo, onde foram plantadas arvores de frutos da tradição toscana, pode-se percorrer a passagem ao longo de um túnel florido e admirar 60 variedades de hortências.

As escada barroca é a parte mais scenográfica do jardim com o Belvedere em direção da cidade e as seis fontes com o fundo de mosaico polimatérico. Ao longo da escada foram plantadas rosas bouborianas e iris; na parte mais baixa pode-se visitar um jardim  com bordas de grama e o teatro verde criado em uma cavidade do jardim.

No bosque à inglêsa, que fazia parte do jardim anglo-cinês, encontra-se um jardim com azaléias, onde podem-se admirar também outros tipos de vegetação, como camélias e uma coleção de plantas citricas. Da Via de' Bardi o percurso sobe em direção a residência e permite a admiração seja do jardim que dos monumentos de Florença. Ao chegar na Villa Bardini pode-se sair na Costa San Giorgio e em poucos minutos alcançar o Jardim de Boboli descendo em direção da cidade, percorrendo aproximadamente 7 km de área verde.

Preços

O ingresso é válido para entrar no Museu do Vestuário, Museu da Prata, Jardim de Boboli, Museu das Porcelanas e Jardim Bardini.

INGRESSOS:

Ingresso inteiro

Ingresso reduzido: cidadões da União Européia de idade entre 18 e 25 anos (com apresentação de documento de identidade) e professores de escolas estaduais italianas com encargo a tempo indeterminado (com apresentação de documentação idonea).

Ingresso gratuito: Crianças menores de 18 anos de qualquer nacionalidade. Visitantes menores de 12 anos deverão ser acompanhados por docentes ou estudantes das Faculdades de Arquitetura, de Conservação dos Bens Culturais, de Ciências da Formação e dos cursos de formação em Letras ou matérias leterárias com especialização em Archeologia ou História-Artística, para Faculdade de Letras e Filosofia (os estudantes devem apresentar o certificado de iscrição do ano que está cursando), docentes e estudantes da Accademia delle Belle Arti (os estudantes devem apresentar o certificado de inscrição do ano que está cursando). Guias turísticos que exercem sua profissão (devem exibir autorização válida aprovada pelas autoridades). Empregados do Ministério dos os Bens e Atividades Culturais, membros do ICOM (International Council of Museums). Por motivos de pesquisas, atestadas por istituções escolares ou universitárias, de academias ou istitutos de pesquisa ou cultura, italianos ou estrangeiros, por orgãos do Ministério dos Bens e Atividades Culturais, ou seja por necessidades especiais, as autoridades do museo podem aprovar a entrada gratuita por periodos determinados.

Acesso gratuito no primeiro domingo de cada mês.

Escolas: entrada franca, as reservas devem ser feitas diretamente com o museu.

O custo do serviço e o custo de eventuais exposições são obrigatórios mesmo para ingressos reduzidos, gratuitos e dias de visitas gratuitas. Ao apresentar-se ao museu será pedido um documento de identificação para justificar eventuais reduções de preço.

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ATENÇÃO: Não será possivel a entrada ao sito reservado sem a apresentação do voucher. A apresentação da cópia do pedido não dará nenhum direito ao acesso. A regra deverá ser respeitada sem alguma fexibilidade.

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